ICP e legislação12 min de leituraFatos verificados em 1 de novembro de 2026

Dá para fazer negócios na China sem empresa chinesa?

Muitas vezes sim, desde que sua equipe, seus servidores e suas faturas fiquem fora da China continental.

A resposta curta

Muitas vezes, sim. Uma empresa brasileira pode fazer marketing para compradores chineses, vender a partir do Brasil e aparecer no Baidu sem entidade chinesa. Em geral, você precisa de uma para ter funcionários na China, hospedar na China continental, emitir fapiao e, segundo um escritório de advocacia, receber em RMB. Questões fiscais, de dados e contratuais continuam valendo.

  1. A Harris Sliwoski, em texto atualizado em 28 de outubro de 2026, liga a necessidade legal de uma empresa chinesa a ter funcionários na China e a receber em RMB.
  2. O FAQ da Alibaba Cloud de 22 de maio de 2026 diz que o registro ICP se aplica apenas a servidores na China continental.
  3. Atividade não registrada de escritório de representação pode gerar multa de RMB 50.000 a 200.000, pelo artigo 35 do regulamento revisado em 10 de março de 2024.
  4. Pela Lei do IVA, em vigor desde 1º de janeiro de 2026, o comprador em geral retém o imposto sobre a venda tributável de um vendedor estrangeiro na China.
  5. A documentação da Stripe, lida em 1º de novembro de 2026, lista 22 localidades fora da China continental que aceitam WeChat Pay de clientes na China, e o Brasil não está entre elas.

Pesquise essa pergunta e você vai encontrar duas posições, quase sempre em inglês. Alguns consultores dizem que isso mal funciona. Alguns advogados dizem que abrir empresa chinesa costuma ser o erro.

Nenhuma das duas ajuda enquanto você não separar o que faz de onde faz. Este guia fala com quem vende a partir do Brasil, com CNPJ e site em português, e faz parte do nosso guia de legislação para site na China. É um mapa, não um parecer jurídico.

O que dá para fazer sem empresa chinesa?

A maior parte do que é feito de fora da China continental, e pouco do que coloca pessoas ou servidores lá dentro.

A Harris Sliwoski faz a distinção com clareza. Uma entidade chinesa é legalmente necessária se você vai ter funcionários na China, ou para receber em RMB.

Se nenhum dos dois casos for o seu, o escritório diz que provavelmente você não precisa legalmente de uma.1

O que você quer fazerSem entidade chinesa?O que decide
Publicar um site em chinês hospedado no exteriorSim, sem ICP, segundo Alibaba Cloud e China Briefing 330O ICP depende de servidores na China continental
Aparecer no BaiduSim, segundo a Chinafy 31Velocidade a partir da China. Veja ranquear sem ICP
Atender um cliente chinês do BrasilSim 1011O cliente em geral retém o imposto
Vender produtos por um distribuidorSim 2Quem controla a marca e a loja
Vender no e-commerce transfronteiriçoSim, segundo o Itamaraty 37Lista de produtos autorizados e uso pessoal do comprador
Vender em plataforma doméstica como o TaobaoNão, segundo o Itamaraty 37A empresa estrangeira precisa se registrar na China
Registrar uma marca na ChinaSim 12Por meio de um representante local
Emitir fapiao, a nota fiscal chinesaNão 8Só uma entidade registrada no IVA chinês pode
Hospedar em servidores na China continentalNão por conta própria 30O ICP exige entidade chinesa
Empregar pessoas na ChinaNão 15Veja abaixo

Para quem exporta produtos, o governo brasileiro descreve um caminho: o transfronteiriço. Um ofício do Itamaraty de setembro de 2024 diz que ele dispensa o registro de empresa na China e costuma ser visto como um primeiro passo para testar o mercado.37

O mesmo documento traz os limites, na data do ofício: revenda proibida, limite anual por comprador e uma lista de cerca de 1.500 produtos. Café, mel, própolis, cosméticos e calçados aparecem nela.37

Abrir loja própria nessas plataformas custa caro. O ofício diz que os preços praticamente inviabilizam essa opção para microempresários, e que quem não tem empresa registrada na China precisa contratar um operador local.37

Para vendas sem presença, leia como vender para clientes chineses sem estar na China. Para hospedagem, comece pelo nosso guia da licença ICP.

Quais afirmações comuns não se sustentam?

Alguns guias exageram os limites. A FDI China, que vende abertura de WFOE, responde “Technically, yes. Realistically, not well.” (tecnicamente sim, na prática não muito bem) em seu guia de 2025.4

Depois, lista o que você não pode fazer, e vários itens entram em conflito com outras fontes.

Afirmação no guia da FDI China 4O que outras fontes mostramForça da evidência
Você não pode registrar marcas no nome da sua empresaRequerentes estrangeiros podem registrar diretamente, com procuração assinada e um representante local 12Forte
Você não pode abrir contas de comerciante no Alipay ou no WeChat PayUma conta direta talvez exija entidade, mas a Stripe lista 22 localidades fora da China continental que aceitam WeChat Pay de clientes na China 13Forte para WeChat Pay via Stripe. Alipay não verificado
Você não pode abrir uma conta WeChat empresarialEmpresas estrangeiras podem ter uma Service Account, não uma Subscription Account 14Fonte de fornecedor
Você não pode anunciar no BaiduPossível por uma agência autorizada, não no autoatendimento. A mesma fonte lista uma landing page hospedada na China 15Fonte de fornecedor que vende esse serviço

A FDI China pode ter razão sobre abrir conta diretamente com as carteiras. Não lemos as regras delas. E uma Service Account não é uma loja.14

Receber em RMB é o ponto em aberto. Harris Sliwoski e FDI China ligam isso a uma entidade.14 Já a Stripe diz que CNY está disponível em todos os países de conta atendidos pelo WeChat Pay.13 Não lemos nenhum texto primário que resolva a questão, então pergunte a um consultor local.

Logo, “impossível” é forte demais, e “tão bom quanto” também seria. Por meio de agências e provedores, você depende das regras e das taxas de terceiros.

O Itamaraty vai na mesma linha: em 2024, escreveu que contratar promoção e impulsionamento nas redes sociais e nos aplicativos chineses requer presença da empresa ou de parceiros na China.37 Compare SEO e anúncios no Baidu antes de pagar por qualquer um dos dois.

Dá para ter pessoas trabalhando na China?

Não como seus próprios funcionários, segundo as fontes que lemos. A Lei do Contrato de Trabalho da China cobre organizações dentro do país, como empresas.6

Uma empresa estrangeira sem entidade ou escritório de representação em geral não se qualifica como empregadora, escreveu o Shaohe Law Firm em julho de 2026.5

Chamar alguém de prestador de serviços não resolve. A Harris Sliwoski diz para presumir que quem é pago assim na China é funcionário.1

Na leitura do Shaohe, dois casos-guia da Suprema Corte Popular olham além do contrato, para a relação real de trabalho, e o escritório espera o mesmo nesses arranjos.5

Um employer of record (EOR), empresa local que emprega formalmente a pessoa para você, é a saída mais comum, e tem limites.

  • Controle: Se a pessoa trabalha sob sua supervisão direta, você pode ser considerado o empregador, argumenta o Shaohe, embora não exista precedente diretamente comparável.5
  • Registro: O Shaohe também aponta a regra sobre atividade não registrada,5 que prevê ordem para cessar a atividade e multa de RMB 50.000 a 200.000.7
  • Escala: O Shaohe vê o modelo como mais adequado a trabalhos curtos, por projeto e de tamanho limitado.5

Essa presença tributável se chama estabelecimento permanente. A China Briefing diz que ela expõe lucros de fonte chinesa ao imposto de renda corporativo de 25%, e que uma instalação curta que dura mais que o previsto pode contar desde a data de início.21

O teste de serviços do tratado com os EUA é de mais de seis meses em qualquer período de doze,22 e outros tratados podem ser diferentes.

O Brasil tem o seu: um acordo de 1991, alterado por um protocolo promulgado em setembro de 2025. A TaxUp, consultoria tributária brasileira, diz que o anexo continua tratando serviços técnicos como royalties, e que, nos impostos retidos na fonte, as mudanças valem para valores pagos ou creditados desde 1º de janeiro de 2026.38

Não conseguimos abrir o texto do acordo, então não dizemos qual é o teste de serviços no caso brasileiro. Leve essa pergunta a um assessor tributário.

Escritório de representação ou empresa em Hong Kong resolvem?

Nenhum dos dois substitui uma empresa na China continental para vender. Eles resolvem problemas diferentes.

EstruturaÉ entidade chinesa?Pode vender?Limites
Escritório de representaçãoRegistrado na China, sem personalidade jurídica 7Não, só atividades sem fins lucrativos 7Um representante-chefe e mais 1 a 3 7
Empresa em Hong KongNão, é uma jurisdição separada 23No exterior, como qualquer empresa estrangeiraNão atende às exigências de entidade da China continental 23
WFOE, empresa 100% estrangeiraSimSim, dentro do seu objeto social 26As fontes divergem sobre o prazo: 3 a 5 meses 1, 3 a 6 meses 34, 8 a 14 semanas 35

Um escritório de representação pode fazer pesquisa de mercado, promoção e contato para a matriz.7

Atividade com fins lucrativos pode levar a multa de RMB 50.000 a 500.000, confisco dos ganhos e, em casos graves, perda do registro.7

Uma empresa em Hong Kong não vai deixar você mais em dia com a lei chinesa do que uma aberta em Nova York ou Londres, como disse a Harris Sliwoski em 2016.23

Hospedar lá é uma escolha separada, tratada em hospedagem em Hong Kong ou na China continental.

Nosso guia sobre WFOE mostra o que uma empresa de capital estrangeiro muda.

Verificação gratuita

Seu site aparece no Baidu?

Informe seu site. Verificamos o Baidu, o acesso a partir da China e a configuração do site, e enviamos o relatório por e-mail.

Como receber e se proteger?

Sem entidade, seus principais riscos são o imposto sobre cada pagamento e a cobrança do que devem a você. Revise estes pontos antes de assinar.

  1. Confirme com quem você está assinando. A Harris Sliwoski diz que as verificações correm bem em cerca de 80% das vezes. O restante pode revelar, por exemplo, uma empresa de Hong Kong ou Taiwan.24
  2. Faça o contrato principal em chinês. Os bancos costumam esperar isso,16 e os tribunais chineses quase sempre seguem a versão chinesa quando os textos divergem.26
  3. Defina quem arca com o imposto. Pela Lei do IVA, o comprador retém sobre a venda tributável de um vendedor estrangeiro na China, salvo se um agente chinês declarar em seu lugar.9 O exemplo da DLA Piper é uma consultoria estrangeira que assessora uma empresa chinesa sem entrar na China.11 O EU SME Centre recomenda dizer no contrato que o valor a pagar é líquido de impostos.10
  4. Receba primeiro. A regra da Harris Sliwoski é um pagamento antecipado substancial, e nenhum trabalho final até o pagamento integral.17
  5. Prepare a papelada bancária. Pagamentos podem ser recusados por faturas sem assinatura ou documentos que não estejam em chinês.17 Acima de USD 50.000 por pagamento, o pagador em geral faz antes uma declaração fiscal.27
  6. Defina como os litígios serão resolvidos. Veja a nota abaixo, e peça a um advogado que redija essa cláusula.

Um guia de 2010 considerava problemática a jurisdição exclusiva de tribunais americanos, por falta de tratado.28 A revisão da DLA Piper de 2024 diz que sentenças monetárias dos EUA agora são, em geral, passíveis de execução.19

A definitividade da sentença e os danos punitivos seguem como riscos.19 Essa revisão trata dos EUA: não analisamos o caso de sentenças brasileiras.

A China aplica a Convenção de Nova York sobre sentenças arbitrais desde 1987, para disputas comerciais e sentenças proferidas em outros Estados membros.18 Uma Lei de Arbitragem revisada entrou em vigor em 1º de março de 2026.20

O imposto de renda é onde as fontes divergem. O EU SME Centre, em um FAQ sem data, trata serviços a clientes chineses como renda gerada na China.10 O regulamento do imposto de renda coloca a renda de serviços no lugar onde o trabalho é feito.29 Pergunte a um assessor tributário como isso se aplica a um trabalho feito no Brasil.

Nosso guia do fapiao trata do faturamento.

Quais questões legais seguem você de qualquer jeito?

Não ter entidade elimina algumas obrigações e deixa outras de pé. Estas também valem para empresas estrangeiras, conforme o que você faz.

  • Marcas: A China adota o sistema first-to-file, em que leva quem registra primeiro, então a Harris Sliwoski diz para registrar antes de assinar com um distribuidor ou embarcar um pedido.2
  • Controle da marca: Quando a plataforma permitir, monte as lojas online de modo que você as controle desde o primeiro dia. Dê ao distribuidor permissão para usar sua marca, não a propriedade dela.2
  • Dados pessoais: A lei de privacidade da China pode alcançar tratamento feito no exterior quando você oferece produtos ou serviços a pessoas na China.25 É uma lei própria, separada da LGPD. Veja nosso guia de privacidade.
  • Seu conteúdo: A Lei de Cibersegurança determina que os reguladores ordenem o bloqueio de informações proibidas vindas do exterior, então hospedar fora não deixa um site fora de alcance.36 Veja conteúdo sensível em um site chinês.

Quando uma empresa chinesa passa a valer a pena?

Quando surge uma necessidade real, não como primeiro passo. A Harris Sliwoski chama de erro muito comum e caro abrir uma empresa de que você não precisa, e diz que fechá-la é ainda mais difícil.1

Fig. 1Quando uma entidade passa a ser útil
  1. Você vai contratar na ChinaEntidade
  2. Você quer receber em RMBEntidade, segundo a Harris Sliwoski
  3. Seus clientes exigem fapiaoEntidade
  4. Você quer hospedar na China continentalEntidade
  5. Você está testando a demanda a partir do exteriorSem entidade

Verdict

Se você está testando a demanda, fique no Brasil e venda de lá. Abra uma entidade quando uma contratação, uma hospedagem na China continental ou pedidos repetidos de fapiao justificarem o custo.

Para registrar uma entidade e proteger a marca, o Itamaraty sugere contratar escritórios de advocacia locais. O ofício aponta o Setor Comercial da Embaixada em Pequim e a ApexBrasil como pontos de apoio para empresas brasileiras.37

Nosso guia para entrar no mercado chinês coloca essa escolha em contexto.

Se você só puder guardar uma coisa

Muitas vezes dá para fazer negócios na China sem empresa chinesa, desde que equipe, servidores e fapiao não façam parte do plano.

Não perca de vista nenhum risco: imposto sobre os pagamentos, execução de contratos e qualquer pessoa trabalhando para você na China. Confirme sua estrutura com um consultor local antes de assinar.

Como a Index in China pode ajudar

Traduzimos o seu site para o chinês simplificado com revisão humana, trabalhamos para indexá-lo nos buscadores chineses e enviamos um relatório mensal sobre o tráfego vindo da China.

Não abrimos empresas nem damos consultoria jurídica, e avisamos quando o seu caso pede um consultor local. Veja o que fazemos ou agende uma reunião de 30 minutos.

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Perguntas frequentes

Um site em chinês conta como fazer negócios na China?

Não encontramos regra que transforme um site em chinês, por si só, em presença comercial. As regras que lemos tratam de atividades: hospedagem, equipe, vendas, dados e publicidade. O idioma ainda pode pesar na questão da privacidade, embora não tenhamos achado um teste oficial que diga quando um site tem como alvo pessoas na China. Trate a versão em chinês como motivo para revisar esses pontos.

Preciso de um parceiro chinês para assinar por mim?

Não para um contrato internacional: sua empresa no Brasil pode assinar direto com o cliente chinês. O parceiro entra em cena quando você quer um distribuidor, ou a entidade de terceiros por trás de uma hospedagem. Não achamos fonte que defina até onde esse segundo arranjo pode ir, então peça antes a análise de um consultor local.

Posso vender para consumidores chineses ou só para empresas?

As duas são possíveis, mas o caminho muda. A Stripe lista B2B e B2C para o WeChat Pay, nos países atendidos, e vale confirmar com o provedor se a sua categoria é aceita. Produtos físicos trazem questões de importação, alfândega e responsabilidade pelo produto que vão além desta página. A Harris Sliwoski vê o distribuidor independente como a via mais prática para muitas pequenas e médias empresas que vendem produtos.

Hospitais, universidades ou estatais chinesas vão comprar de mim?

Pode ser mais difícil vender para eles. A Harris Sliwoski diz que universidades, bancos, hospitais, órgãos públicos e estatais costumam ser pressionados a comprar de entidades chinesas, então ter uma pode fazer sentido mesmo quando a lei não exige. Pergunte logo no início o que as regras de compra desse cliente pedem de um fornecedor.

Posso visitar clientes na China sem ter empresa lá?

Não encontramos um número seguro de dias para visitas a clientes. As fontes fiscais que lemos olham o que seu pessoal faz lá e por quanto tempo, e não tratam de uma viagem isolada. A exclusão de reuniões de conselho citada pela China Briefing envolve matriz e subsidiária, então não ajuda aqui. Conte os dias e veja as regras de visto à parte, pois não as analisamos.

Fontes

  1. Harris Sliwoski: Forming a China WFOE, needed or not? (em inglês)
  2. Harris Sliwoski: Selling Products in China, the legal and distribution guide (em inglês)
  3. Alibaba Cloud: FAQ sobre registro ICP por cenário (em inglês)
  4. FDI China: How to sell products and services in China (em inglês)
  5. Shaohe Law Firm: Legal risks of engaging Chinese employees through an EOR (em inglês)
  6. Lei do Contrato de Trabalho da China, texto da China Justice Observer (em inglês e chinês)
  7. Regulamento sobre o registro de escritórios de representação de empresas estrangeiras (em chinês)
  8. Stripe: China VAT guide (em inglês)
  9. Lei do IVA, base da Administração Tributária Estatal (em chinês)
  10. EU SME Centre: Should I pay taxes in China if I sell services? (em inglês)
  11. DLA Piper: Key changes in the new implementation regulations of the China VAT Law (em inglês)
  12. AIPPI: Comparison between the Madrid System and direct trademark filing in China (em inglês)
  13. Stripe: documentação de pagamentos com WeChat Pay (em inglês)
  14. EcomCrew: What foreign businesses actually need to sell on WeChat (em inglês)
  15. Marketing to China: Baidu advertising for international companies (em inglês)
  16. Harris Sliwoski: How to get paid by Chinese companies (em inglês)
  17. Harris Sliwoski: How to get paid when providing services to Chinese companies (em inglês)
  18. UNCITRAL: Convenção de Nova York, situação (em inglês)
  19. DLA Piper: Enforcing US monetary judgments in China (em inglês)
  20. Clyde & Co: Spotlight on the new Arbitration Law of the PRC (em inglês)
  21. China Briefing: Permanent establishment in China (em inglês)
  22. Crowell & Moring: Permanent establishment risks from sending employees to China (em inglês)
  23. Harris Sliwoski: A Hong Kong company is not a mainland China company (em inglês)
  24. Harris Sliwoski: China contract templates and getting your China counterparty right (em inglês)
  25. Lei de Proteção de Informações Pessoais da China, PIPL (em chinês)
  26. Harris Sliwoski: A 10-point checklist for foreign businesses (em inglês)
  27. SAT e SAFE: Anúncio nº 40 de 2013 sobre pagamentos ao exterior (em chinês)
  28. Husch Blackwell: Top eight legal issues regarding entering the China market (em inglês)
  29. Regulamento de aplicação da Lei do Imposto de Renda das Empresas (em chinês)
  30. China Briefing: China internet business licenses for foreign companies (em inglês)
  31. Chinafy: Do you need an ICP license to rank on Baidu? (em inglês)
  32. Alibaba Cloud: registro de segurança pública (em chinês)
  33. AppInChina: What is China's PSB filing? (em inglês)
  34. China Briefing: Setting up a WFOE in China (em inglês)
  35. Aspire: What is a WFOE? (em inglês)
  36. Lei de Cibersegurança da China, texto alterado (em chinês)
  37. Ministério das Relações Exteriores: Ofício nº 09193.200169/2024-06 sobre o comércio eletrônico na China
  38. TaxUp: Tratado Brasil-China
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